A Higiexpo 2021, maior feira de produtos e serviços para higiene, limpeza e conservação ambiental da América Latina, já promete ser um grande sucesso. A Abralimp promoveu na terça-feira (22/10), o evento de lançamento e escolha de estandes da feira, a ser realizada de 17 a 19 de agosto de 2021. “A Higiexpo 2021 sinaliza que será um grande sucesso, com uma parcela representativa de estandes já vendidos“, afirma Paulo Peres, presidente da Associação.

Na ocasião, a coordenadora de marketing da Abralimp, Bruna Vendrasco, apresentou dados que ilustram o alcance e o sucesso do evento deste ano. “Tivemos mais de 14 mil visitantes, sendo que mais de 80% do público demonstrou ser qualificado para fazer negócios, ou seja, compram, aprovam e recomendam”, afirma ela, sobre pesquisa elaborada pela Abralimp.

Para atender a demanda do mercado de limpeza profissional, a feira de 2021 contará com uma área de exposição de 8632m², um crescimento de 30% no espaço. Palestras e debates também foram contemplados neste aumento. “Dobramos a Área do Conhecimento, onde acontecem os cursos ”, conta Denise.

Para verificar os estandes ainda disponíveis, entre em contato com Bruna Vendrasco, e-mail higiexpo@higiexpo.com.br, telefone (11) 3079-2003, e garanta o espaço da sua empresa nesta verdadeira vitrine da limpeza profissional.

Perspectivas econômicas

Enquanto os participantes do evento puderam adquirir seus estandes, aproveitando a oportunidade para garantir os melhores espaços, o economista-chefe do Daycoval Asset Management, Rafael Cardoso, realizou a palestra “Guerra comercial e reformas: o que esperar da economia brasileira em 2020?”.

Cardoso destacou que o mercado externo traz muitas incertezas econômicas para o Brasil nos próximos anos. Ele estima que, apesar dos entraves mundiais e do cenário nacional, a economia brasileira tenha um crescimento mais sustentável. “Acreditamos que o Brasil apresente um crescimento médio do PIB de 3% ao ano na próxima década e uma inflação na casa de 3% em 2020”.

De acordo com ele, o cenário internacional é desafiador para o Brasil, uma vez que os três principais parceiros comerciais – China, Estados Unidos e Argentina – enfrentam problemas específicos. Sobre as medidas propostas pelo governo (como reforma previdenciária, tributária, autonomia do Banco Central e etc), ele comentou que não geram impacto positivo e recuperação econômica no curto prazo, mas são necessárias para melhorias no longo prazo. “Somente a previdência é responsável atualmente por 10% do PIB, um patamar muito alto”, ressalta.

Ele também cita como um dos principais aspectos que entravam o crescimento econômico do Brasil a elevada carga tributária e as dificuldades que o empresário brasileiro encontra para declarar os impostos. “No Brasil, gasta-se, em média, 2 mil horas para declarar impostos, enquanto que na Bolívia, gasta-se metade deste tempo”, exemplifica.

Confira as fotos na íntegra no Flickr ABRALIMP, aqui.