Pautada no tripé pessoas, processos e tecnologias, entidade torna a higienização dos espaços mais sustentável.

Difundido globalmente como uma forma eficaz e ambientalmente correta de higienizar, o conceito de “limpeza verde” foi criado nos anos 90 nos Estados Unidos, sendo adotado inicialmente em prédios públicos. Por meio da adoção de procedimentos, equipamentos e produtos de limpeza que tornam os processos de higienização mais eficientes, gerando menor quantidade de resíduos e menos gasto de água, empresas no mundo todo adotam essa conduta de limpeza considerada mais sustentável. Assim, os procedimentos ecológicos de limpeza são projetados visando a perenidade da saúde humana e ambiental.

No Brasil, o Sesc São Paulo, desenvolve ações de educação não formal e permanente com o intuito de valorizar seus diversos públicos ao estimular a autonomia pessoal, a interação e o contato com expressões e modos diversos de pensar, agir e sentir. Para o Sesc, o processo educativo é manifestado em todas as suas atividades, inclusive por meio da limpeza das suas unidades.

No Brasil, Sesc SP (Serviço Social do Comércio) adotou o conceito em 2016 e hoje já capta resultados importantes desta decisão, conforme contou Mayara Martins de Carvalho, Coordenadora de Serviços Regional do Sesc-SP, em palestra on-line realizada nesta semana. “Na limpeza, substâncias nocivas e os resíduos de detergentes, alvejantes e outros produtos acabam sendo despejados no meio ambiente. Por isso, precisamos olhar para os processos como agentes de transformação, pensando na sustentabilidade”, afirmou.

Atuam no processo de Limpeza e Conservação das 43 unidades do Sesc SP 1,3 mil trabalhadores. Segundo Mayara destaca, a limpeza verde, se pauta no tripé processos, tecnologias e pessoas, onde a definição de processos, com implemento de tecnologias em equipamentos e produtos químicos, aliada aos acolhimentos dos profissionais em uma imersão profunda com os valores institucionais, reflete na qualidade dos serviços, na preservação do meio ambiente, na manutenção da saúde dos frequentadores e, sobretudo, como um agente de valorização dos profissionais de limpeza historicamente invisibilizados.

Entre as medidas adotadas estão o uso de produtos químicos com rotulagem ecológica ABNT, concentrados e versáteis diluídos em máquinas, os panos descartáveis restritos somente para uso em clínicas odontológicas e comedorias, a reciclagem das esponjas dupla face por meio da parceria com a TerraCycle e a utilização de equipamentos de limpeza o menor consumo de água e químicos. “Hoje, a redução do consumo de água com limpeza caiu 92%. A limpeza ambiental do piso das comedorias por exemplo, é feita com produto enzimático, sem enxágue. Além disso, os equipamentos são ergonômicos e os trabalhadores não têm contato direto com as sujidades”, conta.

De acordo com Mayara, o Sesc-SP está sempre aprimorando sua estratégia de limpeza verde, com treinamento e valorização das equipes. A entidade demonstra que se preocupa com o futuro das próximas gerações.

 

 

 

 

Fonte: ABRALIMP por ADS Comunicação Corporativa.

Foto/Divulgação: ABRALIMP.