Conteúdo elaborado pela Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional traz os procedimentos de limpeza e desinfecção adequados para estes ambientes

Pessoas acima de 60 anos têm maior incidência de complicações clínicas e maior risco de óbito por Covid-19. A correta limpeza e desinfecção de superfícies de contato são a forma mais eficaz de prevenção da transmissão e contaminação do novo coronavírus.
Ciente desta situação, a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) acaba de lançar o Manual de Procedimentos de Limpeza Durante a Pandemia para Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs), com recomendações que podem auxiliar nos processos de limpeza e desinfecção destes ambientes.
Elaborado com base em diretrizes do Ministério da Saúde, da OMS (Organização Mundial da Saúde), e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), além de demais órgãos de saúde, o conteúdo disponibilizado pela publicação é aplicável a casas de repouso e asilos. Além deste conteúdo, a entidade elaborou também os Manuais de Procedimentos de Limpeza Durante a Pandemia para estabelecimentos comerciais, com foco em pequenos comércios, além do Manual de Procedimentos de Limpeza Durante a Pandemia para Escritórios e Áreas Administrativas.

Treinamento e segurança das equipes de limpeza

A limpeza, sem dúvidas, assumiu o protagonismo no combate à disseminação do novo coronavírus e, neste sentido, o treinamento das equipes de limpeza das Instituições de Longa Permanência de Idosos é parte fundamental para que o enfrentamento seja eficaz e seguro. É imprescindível a orientação constante dos profissionais de limpeza para a prevenção da transmissão de agentes infecciosos.

Um ponto fundamental nesse processo é a higienização das mãos. Trata-se de uma medida simples e eficaz para prevenir a disseminação de infecções relacionadas à saúde. A lavagem correta das mãos promove a retirada de sujidades, suor, oleosidade, pelos, pele descamada e microrganismos. Os colaboradores deverão iniciar a jornada de trabalho sempre realizando a lavagem das mãos com água e sabão.

E nesse contexto, também temos os Equipamentos de Proteção Individual. Os EPI’s são parte importante no processo, pois promovem a segurança dos profissionais que atuam na higienização dos ambientes.

Como higienizar de forma segura?

A limpeza deve seguir uma sequência padrão para manutenção do ambiente higienizado, empregando técnicas corretas, produtos e equipamentos adequados.

A principal orientação nesse momento é aumentar a frequência do processo de higienização de superfícies, com máxima atenção às áreas onde ocorrem maior contato das pessoas. Nos serviços de assistência à saúde o mais importante é a classificação das superfícies, baseada nos riscos de transmissão de doenças por meio das mãos.

Dessa forma, listamos abaixo algumas considerações importantes para execução dos procedimentos:
• É de suma importância utilizar os EPI´s recomendados neste manual para garantir a proteção do colaborador.
• A limpeza e a desinfecção devem acontecer em um único sentido, nunca em movimentos circulares ou de vai e vem para evitar espalhar a contaminação sobre a superfície.
• Inicie a limpeza da área menos suja para a mais suja;
• Iniciar o processo de limpeza e desinfecção pelas paredes, vidros, superfícies, objetos e por último, o piso. Áreas de contato direto devem ter atenção especial na frequência da limpeza.

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Fonte: Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional – ABRALIMP por ADS Comunicação Corporativa.

Foto/Divulgação: ABRALIMP