João Diniz, presidente da CEBRASSE, também falou sobre as expectativas para a retomada das atividades no pós-pandemia

Na última semana, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram durante uma videoconferência que a Covid-19 pode ser tratada como doença ocupacional. Para falar sobre os impactos da medida, a série Higiplus Entrevista recebeu João Diniz, presidente da CEBRASSE (Central Brasileira do Setor de Serviços).

Durante o bate papo o convidado apresentou a entidade, criada em 2004 como uma associação (ABRASSE) e, desde 2007 denominada como CEBRASSE e que, atualmente, compreende 80 grupos entre federações, sindicatos e associações de cerca de 70 segmentos de atividade no Brasil.

Sem fins lucrativos, a associação representa mais de 640 mil empresas e 12 milhões de trabalhadores formais com representatividade de 72% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, respondendo pelo maior índice de empregabilidade no país.

Com os impactos no setor de serviço norteando a entrevista, Diniz discorreu sobre as expectativas do segmento para o pós-pandemia e a perspectiva de como acontecerá a retomada das atividades.

 Entre outras questões abordadas o episódio apresentou um recorte de como o setor de serviços – em especial o mercado de limpeza profissional – se comportará em relação aos casos em que a Covid-19 for entendida como doença ocupacional após a mudança na Medida Provisória 927/2020.

O impacto no orçamento das empresas por conta de possíveis ações trabalhistas foi analisada pelo convidado, que também apontou na decisão dos magistrados um meio das empresas agirem com maior rigor na distribuição, utilização e orientação sobre o uso de EPI´s (equipamento de proteção individual), bem como na aplicação de medidas cada vez mais rigorosas para a prevenção do coronavírus.

Ainda segundo o convidado quando o país conseguir – de fato – achatar a curva de casos de coronavírus será imprescindível a adoção de novas estratégias de retomada que incluem uso de tecnologias, dispositivos e adaptações nas formas de trabalho, comunicação e consumo, além de uma grande mudança de comportamento. “E os serviços que agregam a tecnologia, com certeza, sairão na frente no momento da retomada”, adianta Diniz.

 

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Fonte: ABRALIMP – Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional.

Foto: Divulgação.